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cine clube

CINE CLUBE PARATODOS  -  7 ANOS DE ATIVIDADES NA LITERACIA

7 anos de atividades cinéfilas que o Cine ParaTodos  em parceria com a Literacia matem como uma atividade cultural independente em SJC. Sob a coordenação de ANDRÉ MATHIAS e graças a  um grupo de pessoas fidelíssimas ao projeto que nossos encontros conseguiram perdurar por tanto tempo. Todas as segundas-feiras às 20 h nós nos encontramos para assistir os filmes conforme escolha do curador da vez de forma graciosa (sem custo) com discussões após a projeção do filme; na realidade continuamos a ser um grupo de amigos de espírito aberto, persistentes, sempre prontos a acolher  novas pessoas que queiram se juntar ao grupo.  Abaixo um acervo daquilo que vimos neste tempo….e la nave va.

Neste menu você irá encontrar alguns dos filmes já vistos e os próximos a serem apresentados. Também terá oportunidade de conhecer as alegres pessoas do cineparatodos.  Quem sabe, não  será você o próximo a exercer a curadoria do cineclube?

cine clube partodos apresenta no dia  20/07 às 19h30 – na Literacia, o filme “Exit Through the Gift Shop”.

Ano: 2010

Direção: Bansky

Produção: EUA, Reino Unido

Duração: 87 minutos

Na programação será exibido também o curta metragem  -  RECIFE FRIO -  de Kleber Mendonça.

Coordenadoria – Sergio Seabra

Programação de 8 anos de aniversário da Literacia

Dia 03/08 às 20h –  Cine Clube Paratodos

original: (Osama)

Lançamento: 2003 (Afeganistão)

Direção: Siddiq Barmak

Atores: Marina Golbahari, Arif Herati, Zubaida Sahar, Gol Rhaman Ghorbandi.

Duração: 82 min

Gênero: Drama

Sinopse: em  pleno regime Talibã no Afeganistão uma menina é obrigada a cortar o cabelo e se vestir como se fosse um menino para ajudar sua família, que é composta apenas de mulheres. A farsa é descoberta na escola, quando um garoto percebe que ela está sangrando por entre as pernas.

LITERACIA – 12 anos de atividades artísticas culturais

irmãos lumiére

Dias 04 e 11 de agosto de 2015

Sob coordenação de Eliana Silva teremos o seguinte encaminhamento para o cineclube no segundo semestre de 2015:

“Para Todos
Inaugurando o segundo semestre do Cineclube Para Todos, teremos duas sessões
especiais nos dias 4 e 11 de Agosto às 20.00 horas com os pioneiros do cinema.
No dia 04, serão dois documentários; o primeiro dos Irmão Lumiére e a invenção do
cinema. O segundo será uma sessão Méliès e a criação do espetáculo cinematográfico.
No dia 11, trechos dos filmes “Nascimento de uma Nação”, de David Griffith, o pai da
linguagem cinematográfica e a primeira parte do “Encouraçado Potemkin”, de Sergei
Eisenstein, o criador do cinema moderno.
Nessas duas sessões o objetivo é compreender o que é a narrativa cinematográfica
através das obras dos diretores que a construíram.
Os Irmão Lumiére deixaram bem mais do que a invenção do cinema. Como fotógrafos
estabeleceram as primeiras regras do enquadramento e da profundidade de campo, além
da distribuição das imagens no campo. Com eles temos o ângulo de câmera que dá
profundidade e volume à imagem. Nos primórdios eles foram responsáveis pela produção
de uma série de filmes curtos, de registro visual, entretenimento e documentação.
Georges Méliès é o mágico prestidigitador, que explorou o novo invento ao máximo,
produzindo filmes curtos com efeitos visuais obtidos na própria câmera. Foi o primeiro
cineasta a contar uma história completa com enredo no filme “Viagem à Lua”. Méliès foi
responsável pela introdução do ponto de vista do espectador (pelo posicionamento da
câmera), do enredo, da trucagem (cujos fundamentos são utilizados até hoje inclusive nos
filmes de ação), do elenco, dos números musicais, do figurino, dos cenários e do
acompanhamento musical durante a projeção. A forma como Méliès distribui as imagens
no quadro e a ordem de entrada e saída dos personagens, vigoram até hoje. Devemos a
ele o cinema como entretenimento.
David Griffith inaugura o cinema de história. É ele quem quebra as regras em vigor na
época, criando as primeiras planificações. Causou horror com o Grande Plano, e com os
outros recortes visuais (planos). Griffith é o primeiro a contar história com ação paralela e
enredos complexos. Os diversos enquadramentos permitem, nos seus filmes, que as
histórias sejam contadas com a imagem e o som (trilhas sonoras especialmente
compostas). O seu grande filme e espelho das suas propostas é “Nascimento de uma
Nação”, com mais de três horas de duração, caracteristicamente um filme que utiliza a
câmera descritiva dando ênfase ao conteúdo. Griffith também é o responsável pelas
primeiras formas da montagem que será desenvolvida por Eisenstein.
Sergei Eisenstein pode ser considerado o pai do cinema moderno. Além da sua
contribuição para o estudo e o desenvolvimento da montagem, ele introduz a câmera
narrativa, ou seja, faz com que ela se torne parte integrante da condução do filme
mostrando a ação sob pontos de vista. Eisenstein trabalha com os ângulos verticais e
horizontais, combinados, criando a perspectiva cinematográfica que, com a montagem,
consolidam a linguagem cinematográfica. Na montagem ele emprega o conceito de tempo
de ação interna alterando a velocidade da cena e combinando com as demais (essa
métrica é utilizada largamente nos filmes de ação) produzindo um ritmo narrativo. Como
se não bastasse ele ainda emprega o enquadramento sangrado, que empurra a imagem
para cima do espectador, e utiliza a música pontuando o filme e sustentando
emocionalmente as imagens.
Como bônus teremos a exibição de um trecho de filme de ação que utiliza todos os
recursos propostos por Eisenstein, Griffith, Méliès e os Lumiére, de forma fascinante”.
Eliana Silva

“Para TodosInaugurando o segundo semestre do Cineclube Para Todos, teremos duas sessõesespeciais nos dias 4 e 11 de Agosto às 20.00 horas com os pioneiros do cinema.No dia 04, serão dois documentários; o primeiro dos Irmão Lumiére e a invenção docinema. O segundo será uma sessão Méliès e a criação do espetáculo cinematográfico.No dia 11, trechos dos filmes “Nascimento de uma Nação”, de David Griffith, o pai dalinguagem cinematográfica e a primeira parte do “Encouraçado Potemkin”, de SergeiEisenstein, o criador do cinema moderno.Nessas duas sessões o objetivo é compreender o que é a narrativa cinematográficaatravés das obras dos diretores que a construíram.Os Irmão Lumiére deixaram bem mais do que a invenção do cinema. Como fotógrafosestabeleceram as primeiras regras do enquadramento e da profundidade de campo, alémda distribuição das imagens no campo. Com eles temos o ângulo de câmera que dáprofundidade e volume à imagem. Nos primórdios eles foram responsáveis pela produçãode uma série de filmes curtos, de registro visual, entretenimento e documentação.Georges Méliès é o mágico prestidigitador, que explorou o novo invento ao máximo,produzindo filmes curtos com efeitos visuais obtidos na própria câmera. Foi o primeirocineasta a contar uma história completa com enredo no filme “Viagem à Lua”. Méliès foiresponsável pela introdução do ponto de vista do espectador (pelo posicionamento dacâmera), do enredo, da trucagem (cujos fundamentos são utilizados até hoje inclusive nosfilmes de ação), do elenco, dos números musicais, do figurino, dos cenários e doacompanhamento musical durante a projeção. A forma como Méliès distribui as imagensno quadro e a ordem de entrada e saída dos personagens, vigoram até hoje. Devemos aele o cinema como entretenimento.David Griffith inaugura o cinema de história. É ele quem quebra as regras em vigor naépoca, criando as primeiras planificações. Causou horror com o Grande Plano, e com osoutros recortes visuais (planos). Griffith é o primeiro a contar história com ação paralela eenredos complexos. Os diversos enquadramentos permitem, nos seus filmes, que ashistórias sejam contadas com a imagem e o som (trilhas sonoras especialmentecompostas). O seu grande filme e espelho das suas propostas é “Nascimento de umaNação”, com mais de três horas de duração, caracteristicamente um filme que utiliza acâmera descritiva dando ênfase ao conteúdo. Griffith também é o responsável pelasprimeiras formas da montagem que será desenvolvida por Eisenstein.Sergei Eisenstein pode ser considerado o pai do cinema moderno. Além da suacontribuição para o estudo e o desenvolvimento da montagem, ele introduz a câmeranarrativa, ou seja, faz com que ela se torne parte integrante da condução do filmemostrando a ação sob pontos de vista. Eisenstein trabalha com os ângulos verticais ehorizontais, combinados, criando a perspectiva cinematográfica que, com a montagem,consolidam a linguagem cinematográfica. Na montagem ele emprega o conceito de tempode ação interna alterando a velocidade da cena e combinando com as demais (essamétrica é utilizada largamente nos filmes de ação) produzindo um ritmo narrativo. Comose não bastasse ele ainda emprega o enquadramento sangrado, que empurra a imagempara cima do espectador, e utiliza a música pontuando o filme e sustentandoemocionalmente as imagens.Como bônus teremos a exibição de um trecho de filme de ação que utiliza todos osrecursos propostos por Eisenstein, Griffith, Méliès e os Lumiére, de forma fascinante”.

Dia 02/03 às 19h30 – Cine Clube  apresenta o filme documentário Cortina de Fumaça

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Sinopse:

O documentário Cortina de Fumaça faz uma ampla abordagem sobre a questão da criminalização das drogas e da utilização da maconha para fins terapêuticos, fundamentada em argumentos de médicos, psicólogos, policiais, políticos, antropólogos e cientistas renomados. A política de combate às drogas no mundo é questionada pelo diretor, incluindo suas consequências político-sociais.
Para essa sessão do CineClube ParaTodos, contaremos com a participação dos seguintes covidados: Cristiano Joukhadar (advogado criminalista), Sung Hoon Lee (advogado criminalista), Rodrigo Adélio Abrahão Linares (juiz), Anderson Leme (funcionário da Receita Federal responsável pelo combate ao tráfico de drogas no aeroporto de Guarulhos), Patricia Minari (gerente do CAPS álcool e droga) eReinaldo Fernandez Leite (fundador e responsável pela Casa de Assis, que cuida de dependentes químicos).

Dia 18/07 às 20h - A livraria Literacia em parceria com o Cine Clube ParaTodos convidam amigos e clientes para o filme documentário ATLÂNTICO NEGRO: NA ROTA DOS ORIXÁS com direção de RENATO BARBIERI. Na oportunidade estará presente para o debate na LITERACIA o roteirista do filme VICTOR LEONARDI. Este documentário ganhou o prêmio Margarida de Prata no 31 Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Logo depois o filme foi exibido no Festival Internacional de Cinema de Cannes, em 1999.

Direção: Renato Barbieri
Roteiro: Victor Leonardi

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Sinopse

O documentário Atlântico Negro: nas rotas dos Orixás, é um filme que retrata a importância do continente Africano na construção da sociedade brasileira. Esta estruturação cultural mostra a semelhança existente entre estes povos, dentre estes laços: a religiosidade, a musicalidade, a fala, hábitos alimentares, a estrutura familiar e as manifestações culturais.
Durante as cenas do filme são desconstruídas visões etnocêntricas e de censo comum sobre o continente Africano. A idéia de um território que vive em constante estado de guerras étnicas e civis, de fome e total miséria é desmistificado para mostrar o lado cultural da África que deu origem ao candomblé, o Xangô e ao Tangô, religiões presentes no território brasileiro. Essa representação cinematográfica nos dimensiona a entender o início da mercantilização africana e de como a escravidão se tornou uma mera desculpa para a propagação das guerras civis, iniciando assim um intercâmbio biológico, econômico e cultural entre Brasil e África.
Nota-se, que ter um outro olhar da África nos ajuda a compreender a nossa própria história, tanto nos hábitos sociais, quanto nos costumes oriundos desta terra quase que desconhecida. Tendo a perspectiva que a cultura africana não é a unicamente baseada na história colonial e no expansionismo europeu, a África com reinos e império possui suas formas particulares de governar e agir como povo. A reconstrução da histórica africana nos permite entender como a escravidão se promulgou pelo espaço geográfico e social do Brasil, dissipando as misturas biológicas que originou a miscigenação nacional e a diversidade religiosa presentes nos terreiros de candomblé como o: ilê aié axé opô ofonjá e casa branca.
Todo o tema abordado no documentário, abre um leque de oportunidades para entender melhor a África e o Brasil e conhecer também que existe uma troca cultural entre os dois lugares referidos. Compreendendo que o retorno dos africanos escravizados para o continente de origem, representou também a ida de valores culturais, morais e sociais brasileiro como: a construção da igreja e da festa do Senhor do Bonfim, a construção (mesmo que em pequena escala) da arquitetura brasileira em solo africano e a vestimenta feminina das mulheres agudás. Além de entender que mesmo depois da escravidão, a cultura brasileira continua sendo preservada por este povo que se denominam brasileiros, mesmo tendo nascido em solo africano.
Esta perspectiva mostra a construção de nossas raízes, ajudando a fazer paralelos que melhorem o entendimento dessas aplicações no Brasil. Hoje em pleno século XXI a forma de vida dos afro-descendentes tornou-se uma luta política e social que visa a reparação da escravidão que aconteceu no país. Entretanto, este documentário ressalta a trajetória africana como um continente repleto de etnias e formas de vidas variadas, desconstruíndo a visão eurocêntrica e religiosa da igreja católica que foi desenvolvida na história ao longo dos séculos.

Ari Costa Junior

Dia 21/11 às 20h – cineclube Paratodos apresenta o documentário “A Revolta dos Cabanos” movimento reprimido de forma sangrenta na Amazonia brasileira, filme dirigido por RENATO BARBIERI com pesquisa e roteiro de VICTOR LEONARDI.  Após a apresentação   o roteirista Victor Leonardi estará pessoalmente, conduzindo as discussões sobre a experiência de produção do filme, e sobre o fato histórico narrado.
Foto do perfil de Victor Leonardi
Victor Leonardi
sinopse
“Uma das mais trágicas revoltas da História do Brasil ocorreu na Amazônia entre 1835 e 1840. Negros, caboclos e índios participaram ativamente do movimento que ficou conhecido como Cabanagem. Os rebeldes chegaram ao poder e nele permaneceram durante um ano e meio, em Belém do Pará. Foram três os presidentes cabanos: Félix Malcher, Francisco Vinagre e Eduardo Angelim. A partir de Belém a Cabanagem se alastrou pela Amazônia até as fronteiras com o Peru, Colômbia e Venezuela. A minissérie A Revolta dos Cabanos retrata os principais eventos deste conflito que provocou a morte de 40 mil pessoas.”

cine clube paratodos

Dia 05/12 às 20h – Exibição do documentário TERRA DE QUILOMBOS – ESPAÇOS DE LIBERDADE direção de Renato Barbieri e roteiro de Victor Leonardi.

Sinopse

Através das filmagens no Maranhão, no Rio Grande do Sul e em Goiás, nos quilombos de Santo Antônio dos Prêtos, Casca e Kalunga, respectivamente, temos contato com a história de resistência dos afrodescendentes, sua luta pela titulação das terras, suas riquezas culturais, suas festas e cultos religiosos, os grandes contrastes culturais e regionais e as diferentes origens africanas dos remanescentes de quilombos.

Festivais e Mostras: Seleção Oficial do Festival Internacional de Documentários ‘É Tudo Verdade’, São Paulo e Rio de Janeiro, 2003; Forum Mundial Social de Porto Alegre, 2003; Encontro Nacional das Comunidades Quilombolas, Brasília, 2003.

Após a apresentação do filme, o roteirista Victor Leonardi estará pessoalmente conduzindo as discussões sobre a experiência de produção do filme e sobre o fato histórico narrado.

No cardápio LITERACIA deliciosos quitutes, café expresso e cerveja artesanal. IMPERDÍVEL. Entrada gratuíta.

Dia 24/03 às 20h - A LITERACIA e o Cineclube ParaTodos convidam amigos e clientes para a apresentação do filme do diretor Billy Wilder

Primeira página
Direção: Billy Wilder
Com Jack Lemmon
Curadoria: Hersch Basbaum
Temática da curadoria: Jornalismo no cinema

A curadoria de Basbaum, escritor , publicitário e crítico literário,  trabalha na temática do jornalismo no cinema, e estará presente para coordenar as discussões após a apresentação. As próximas sessões sobre este mesmo tema serão as seguintes:

- Conspiração e Poder – de Gary Shore, com Carol Blanchet – dia 3/4

- Spotlight – de Abigail Kenoe, com Michael Keaton – dia 10/4

Dia 17/04 às 20h - A LITERACIA convida amigos e clientes para a apresentação do

Curta: Clichê Duplo
Direção: Claudio Cinelli e Pedro Lopes

Longa: Elis
Direção: Hugo Prata

Curadora: Nelma
Participação especial: Claudio Cinelli


Após a exibição dos filmes haverá uma roda de conversa com o Claudio Cinelli, que é produtor do Elis e diretor do Clichê Duplo.
Entrada Gratuita

Dia 24/04 às 19 h – A LITERACIA  e o cineclube ParaTodos convida amigos e clientes para  apresentação do documentário TRUE COST que revela o lado oculto da moda e a ligação entre a pressão dos consumidores por alta-costura de baixo custo, e a exploração de trabalhadores nas fábricas. Direção de Andrew Morgan. A apresentação contará com a presença de Mara Débora Dulce Dantas para um bate papo sobre temática abordada, ou , Quem Faz a Minha Roupa.

Entrada Gratuita

Dia 08/05 às 20h - A LITERACIA e o Cineclube ParaTodos  convidam amigos e clientes para a apresentação do documentário

Cowspiracy
Direção: Kip Andersen e Keegan Kuhn
CuradoriaMara Débora
Programação:
  • 19h30: Abertura com Mara Débora
  • 20h: filme
  • 21h30: bate-papo

Dia 12/06 às 20h – a Literacia e o Cineclube ParaTodos dão prosseguimento ao ciclo de filmes políticos sob coordenadoria de HERSCH BASBAUM. Nesta segunda-feira será apresentado o filme Testa de Ferro por Acaso do diretor Martin Ritt.

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https://www.facebook.com/livraria.literacia/

Vamos assistir ao nosso 335º filme e depois comemorar com os amigos. Venha nos prestigiar!
Foi uma luta semanal para chegarmos até aqui: e que venham mais 8 anos! E os nossos agradecimentos eternos ao Waz e Analu por abrirem a Literacia e sua casa para nós!
Vicky Cristina Barcelona
Direção: Woody Allen

Duração: 1h30

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